Desporto

A Marca Lourosa, Hugo Mendes

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Disciplinado, homem de invejável formação cultural e empresarial, pessoa meticulosa e que dispõe do melhor relacionamento com todos os memebros da sua equipa. Hugo Mendes, presidente do Lusitânia de Lourosa, tem uma retórica contagiante sobre o clube que lidera e onde vai deixar a sua marca. Longe do público, do campo e dos adeptos fala dos destinos do Lusitânia e da sua vida quando ainda ninguém sonhava que um dia a sua dedicação seria coroada.

A força de uma paixão
“Temos que ir atrás das nossas paixões e daquilo que nos faz sentir bem. O Lusitânia de Lourosa faz parte da minha paixão e faz parte daquilo que eu quero fazer na sociedade”.

De olhos no Lourosa
“O clube, neste momento, está nos olhos de Portugal e de todos os clubes nacionais porque tem um projeto consistente. Quando chegámos ao campo o objetivo é vencer e isso não é confortável”.

Disciplina empresarial
“A nível administrativo ainda não está como eu quero, mas já tem uma gestão empresarial muito rigorosa, até mesmo a nível de marketing e isso é muito importante. Quando me candidatei assumi claramente que o objetivo era resgatar o clube do distrital. Todo o plantel e estrutura diretiva, desde fisioterapeutas, a departamento médico, a roupeiro e staff do relvado foram criados para o conseguir. Sabíamos que seria muito difícil não subir”.

A direção
“Nunca ninguém veio ter comigo para ser presidente do Lusitânia de Lourosa. Eu fui ter com algumas pessoas para ser presidente. E, isso é uma vantagem. Acompanhei alguns jogos da época passada, que fizeram renascer a paixão e comecei a sentir o clube como o sentia anteriormente. Fui ter com as pessoas que conhecem bem a cidade”.

Perplexos com a ideia
“Choraram à minha frente, houve quem dissesse que nunca tinha ouvido uma proposta tão boa em toda a sua vida, perguntaram-me se os estava a enganar. Quando respondi que queria ser presidente do Lusitânia de Lourosa e que não estava aqui para enganar ninguém, começou-se a construir uma direção. Uma direção de pessoas em quem eu confio, pessoas da minha responsabilidade e pessoas que, até prova em contrário, são pessoas em quem eu deposito total confiança. Acredito, numa direção curta onde os poucos que temos são bons. É uma direção construída por mim e não uma direção que construi o Hugo Mendes.”

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