Desporto

Quitó: “A melhor profissão do Mundo”

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Comecei por praticar atletismo aos 7 anos mas o futebol sempre foi o meu sonho. Aos 14 anos fui às captações do Feirense, com o treino já a decorrer, e nunca mais me deixaram sair. A partir daí começou a minha história de 20 anos no clube.
Day one
Jogar futebol para mim foi uma alegria mas tive a sorte de apanhar as pessoas certas do clube, tanto nas camadas jovens como nos seniores. Tive o Eng. Brandão e, enquanto presidente, ele foi como um pai. Nunca me deixou sair daqui. Quase que cheguei a assinara pelo S.J. Vêr mas quando fui para assinar o contrato ele disse-me “Quitó eles não têm dinheiro para te pagar, vais ficar aqui”. Quando entrei também já conhecia alguns jogadores: o Artur, o José Augusto, e o Amadeu. Foi aqui que cresci e me fiz homem
Com 20 anos, tudo poderia ser diferente
No futebol é preciso ter sorte e acho que não a tive. Tive, sim, a sorte de jogar, sempre, no clube que queria e que gosto. No entanto, hoje sei que, em termos financeiros e de carreira , saí prejudicado com esta escolha. Mas, na minha altura, os clubes não encaravam a transferência de jogadores como uma oportunidade para ganhar dinheiro e quando aos 20 anos surgiu uma oportunidade ela não se concretizou. Só algum tempo depois é que soube até que ela tinha existido. Foi, no balneário do feirense, num jogo frente ao Porto , por altura das fogaças, que soube pela boca do Reinaldo Teles que só não fui para o FC Porto porque o Espinho interferiu com as negociações. Curioso é que, entretanto, o Espinho também não chegou a um acordo com o Feirense e eu fiquei.

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