Desporto

Rugido de Leão

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Armada Lusitana cria onda amarela na bancada

São meia centena, e correr atrás do Leão é algo que não os amedronta. Não fosse este o lema da Armada Lusitana, a claque de apoio de Lourosa, que já há um ano se comprometeu a seguir os caminhos do emblema amarelo e preto, sem muitas vezes saber o ponto de chegada, mas sempre de paixão ao peito e força nos pulmões para exaltar a força do clube. Onde estão ou para onde vão, uma coisa é certa: o Lusitânia de Lourosa vai atrás. E desengane-se quem pensa que a claque segue apenas o plantel principal. É um “amor” que não se consegue explicar, e se estende até às restantes modalidades, funcionando sempre como um suporte de apoio, motivação e incentivo para os atletas. “Somos um clube bairrista, e estamos dispostos a dar tudo pelo Lusitânia de Lourosa, um clube enorme. Isto é um amor sem explicação. Estamos sempre dispostos a deixar tudo para trás para apoiar este emblema” – afirma Luís Silva, o líder da claque. Aliás, quando a “paixão” já não cabe nos fatos de treino, nos cachecóis e nas faixas gigantes de campeão, o corpo é que paga, e Luís Silva tem já várias marcas do emblema lourosense no seu. Um amor que não termina nas bancadas, nem nos trilhos percorridos, nem no convívio entre o colectivo. Por isso, ser do Lusitânia é algo… “indiscritível”. É certo que as palavras têm poder, mas para estes homens e mulheres, não são suficientes. A terra que os viu nascer, é o mesmo nome que exaltam nas várias paragens nacionais, e o mesmo emblema que carregam ao peito. Quando se caminha por gosto, o cansaço é posto de parte, e por isso os limites deixam de existir. Apoiar, viver, sentir, respirar e ser Lusitânia de Lourosa. E no fim, trazer a taça para casa. Um pedido humilde das gentes que, diária e semanalmente, vivem com a mística do Leão em seu redor. Um rugido difícil de calar, não fosse ele o rei de toda a selva.