Local

Ângelo Santos, mandatário concelhio e 7º candidato pelo CDS Aveiro, em entrevista

 | 

Aos 50 anos, Ângelo Santos, para além do cargo de presidente da Comissão  Política Concelhia do CDS de Santa Maria da Feira, é também o sétimo candidato do partido por Aveiro às Eleições Legislativas. Em entrevista, o Mandatário concelhio acredita que o CDS apresenta “um projecto ambicioso”, não só para o país, mas também “para o distrito, e para o concelho”. Por Aveiro, considera que a meta seria a “eleição de um deputado”, considerando “possível” a eleição de um segundo e tendo ainda, em perspectiva, um terceiro. Abraçando a “diminuição da carga fiscal sobre todos os cidadãos” como uma das principais “bandeiras”, Ângelo Santos apresenta as medidas avançadas pelo CDS, submetidas a sufrágio no próximo dia 6 de Outubro.

Que leitura lhe merece a última legislatura?

Estes últimos quatro anos representaram, sobretudo, uma oportunidade perdida para reestruturar o país. Deitamos fora os sacrifícios que foram feitos anteriormente, à base de medidas de salvação nacional. Neste momento, o António Costa colhe os frutos dos sacrifícios que todos os portugueses fizeram, entre 2011 e 2015.

Quais são os aspectos que requerem mais atenção, a um nível local?

A nível local, um dos grandes problemas que enfrentamos em Santa Maria da Feira diz respeito à mobilidade, nomeadamente na questão das infraestruturas. Temos também a questão do Centro Coordenador de Transportes, uma questão onde não se vê luz ao fundo do túnel, e onde se acrescenta também o transporte dentro das próprias freguesias e entre concelhos vizinhos. Esta é uma das grandes carências infraestruturais da região.

E a nível nacional? Quais serão os principais focos do CDS?

O CDS tem um projecto muito ambicioso para o país, como tem para o distrito e para o concelho. Apelamos a que as pessoas se esforcem para compreender aquilo que propomos, e que não entrem em fake news, que muitas vezes distorcem toda a mensagem que tentamos passar. Uma das grandes bandeiras do CDS e um dos grandes pontos de desenvolvimento da nossa sociedade nos próximos anos passará pela diminuição da carga fiscal sobre todos os cidadãos, para que se possam criar melhores condições de sustentabilidade no futuro. Temos também a questão do Apoio à Família, com várias medidas pensadas: desde a creche no pré-escolar, diminuição de impostos sobre os agregados familiares, e várias respostas na parte social. Temos também a questão dos cuidadores informais… Tudo isto são medidas que o CDS já debateu nos últimos quatro anos, e não é por estarmos em período de eleições que elas vêm para cima da mesa.