Concelho

CGTP avança com queixa no Ministério Público

 | 
Share on FacebookTweet about this on TwitterShare on Google+Pin on Pinterest

Foi na manhã da passada sexta-feira, 21 de Setembro, pelas 11h30, que o caso conheceu novos contornos. À porta da corticeira Fernando Couto, acusada de “tortura psicológica e assédio moral”, estiveram várias dezenas de manifestantes, naquele que foi descrito como um “acto de solidariedade” para com Cristina Tavares, a trabalhadora obrigada a carregar e descarregar a mesma palete várias vezes ao dia. Segurando uma faixa onde se lia “Baste de Tortura Psicológica”, os presentes (entre eles agentes sindicais, trabalhadores de outras empresas do sector e representantes políticos) entoaram várias frases reivindicativas, tendo como pano de fundo as baladas de Zeca Afonso, que ecoavam numa carrinha deixada perto do local.
Quem também fez questão de marcar presença foi Arménio Carlos, secretário-geral da Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses (CGTP), que classificou a realidade vivida por Cristina Tavares como “inadmissível”. Assim sendo, a CGTP e o Sindicato dos Operários Corticeiros do Norte irão mesmo avançar com uma queixa conjunta no Ministério Público. “Estas situações não podem continuar a existir no país. Vemos uma empresa, que sabe que está a violar a lei, mas persiste em manter esta situação inadmissível e, por isso, o Ministério Público deve ter cá uma intervenção rápida” – afirmou Arménio Carlos.

Leia mais na versão impressa do Jornal N