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CASTIIS uma marca no concelho da Feira

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Instituição celebra 31 anos de serviços prestados

O CASTIIS- Centro de Assistência Social à Terceira Idade e Infância de Sanguedo passa, esta semana, a bandeira das três décadas de serviços prestados e os “Parabéns” cantam-se já amanhã, terça-feira. Com o início da sua actividade decalcado no ano de 1987, a instituição tem procurado responder às necessidades da comunidade e, para isso, foram desenvolvidas várias respostas, das quais são exemplo: a creche, o pré-escolar e o CATL, o Centro de Dia, O Serviço de Apoio Domiciliário, o Centro Comunitário, ou o Lar. No entanto, o CASTIIS rege-se pela qualidade, e não pela quantidade de serviços disponibilizados. Assim o diz Alberto Malta, presidente da Direcção. “A instituição tem uma quantidade significativa de valências, e em cada uma delas procuramos ser fortes, no sentido de prestar um serviço de qualidade. Ao longo da nossa existência, a qualidade dos serviços prestados sempre foi um dos nossos maiores objectivos, desde o Lar, o Apoio Comunitário, a Creche, o Jardim, e mais recentemente no Colégio de Santa Eulália. Temos um Centro de Acolhimento onde temos 20 crianças jovens recolhidas pela Instituição, que as prepara para o crescimento. São crianças que estão institucionalizadas, e as quais acompanhamos desde os primeiros meses de vida, até à idade adulta” – afirma o responsável.
As mais de três décadas de legado construídas através do trabalho do CASTIIS são, assim, “uma marca no concelho de Santa Maria da Feira”. No entanto, os olhos estão postos no futuro e nos novos desafios que diariamente se colocam. “O objectivo permanente é o de nos voltarmos para o futuro, através da modernização dos serviços e dos meios dos quais dispomos. A preparação dos tempos futuros é uma das nossas principais preocupações permanentes. Procuramos a actualização quer das instalações, quer das metodologias das várias actividades que vão sendo desenvolvidas” – sublinha Alberto Malta. Para além de uma gestão eficiente dos recursos físicos, materiais e humanos, foi criado o Colégio de Santa Eulália, onde se procura o desenvolvimento de projectos, tais como a confeção de bolos, a dinamização de uma horta, o estabelecimento de parcerias e a dinamização de uma micro-empresa. “Os alunos têm uma mini-empresa interna, onde produzem materiais que eles próprios vendem, aplicando certos objectivos que eles definem. É algo que faz parte do nosso projecto financeiro interno, com uma vertente mais privada, para aprenderem a gerir organismos. É uma forma de aproximar a sala de aula ao mundo real. Pretendemos capacitar os miúdos, mesmo em tenras idades, para que o desenvolvimento da sociedade seja através da criação de emprego e de empresas, habituá-los à gestão do dinheiro e também para que saibam que a vida custa a ganhar” – conta o presidente da Direcção.

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