Concelho

Cineteatro António Lamoso, “a casa do encontro das artes”

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Casa celebra 4 anos após a sua reformulação

 

O Cineteatro António Lamoso lançou a sua reabertura em 2015. Perfez, no passado dia 11 de Janeiro, 4 anos desde a sua reinauguração. Com a passagem de mais de 100 000 presenças desde a sua reabertura, o Cineteatro define-se no encontro entre a produção e criação artística com o encontro intergeracional e a difusão das atividades culturais que se realizam em Santa Maria da Feira.

O Jornal N esteve à conversa com o vereador do Pelouro da Cultura, Turismo, Biblioteca e Museus, Gil Ferreira, de forma a dar um entendimento sobre a complexidade dos aspetos culturais que atravessam este teatro municipal e o concelho.

 

Que mudanças infraestruturais foram realizadas no Cineteatro há quatro anos?

 

Houve intervenções a diversos níveis. Houve a requalificação da infraestrutura, portanto, a própria arquitetura da fachada principal teve uma intervenção de valorização. Criaram-se novos espaços como a zona de foyer e cafetaria com uma janela para o exterior, também esta intervenção permitiu-nos ganhar mais um piso para uma área técnica de produção, de trabalho. As grandes intervenções foram no auditório; foi totalmente remodelado com um tratamento acústico, recebeu novas cadeiras, toda a infraestrutura de mecânica de cena, na caixa de palco, é nova e o Cineteatro passou a ter algo que não tinha até à data: um conjunto de equipamentos audiovisuais próprios. Passamos a ter um rider técnico de som e de luz e estas foram as principais intervenções em termos de infraestrutura.Também referir que em termos de acessibilidades foram implementadas modificações: o Cineteatro passou a ter quatro lugares para pessoas com mobilidade reduzida, passou a ter casas de banho adaptadas e, nesse sentido, também foi feita uma melhoria significativa das condições de acesso para todos os públicos.

 

E a nível estratégico, quais foram as principais alterações?

 

A grande modificação foi de facto a estratégia. A estratégia de ter uma casa de programação regular que não existia até à data. O nosso teatro municipal, desde 2015 até agora, tem vindo a desenvolver uma programação de públicos heterogéneos, uma programação eclética que tem a vertente do acolhimento de produções de artistas locais, regionais, nacionais e internacionais, mas também tem uma vertente de criação. O Cineteatro passou a ter uma equipa dedicada, de trabalho e de técnicos com funções distintas, desde a produção à manutenção, assim como os técnicos audiovisuais que capacitaram em muito o nosso ecossistema cultural. Isto no sentido em que as produções próprias que passam pelo Cineteatro, de agentes culturais locais e de associações, passaram a ter um corpo técnico especializado para os apoiar nas suas criações.

 

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