Concelho

Cristina Tavares continua a trabalhar após despedimento ilícito de há um ano

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FEVICCOM defende a utilidade da intervenção sindical activa

A Federação Portuguesa dos Sindicatos da Construção, Cerâmica e Vidro (FEVICCOM) defendeu na passada quinta-feira que, um ano após o segundo despedimento ilícito da operária corticeira Cristina Tavares, a sua continuidade em funções demonstra a utilidade da “intervenção sindical ativa”. Em causa está o caso que, envolvendo diferentes processos em tribunal e outros procedimentos contra-ordenativos ainda em curso, vinha desde 2016 opondo a referida trabalhadora à empresa Fernando Couto Cortiças S.A., instalada em Paços de Brandão. “Este dia 28 de novembro de 2019 assinala a passagem de um ano sobre o despedimento ilícito da trabalhadora corticeira Cristina Tavares, que foi vítima de assédio laboral e que, graças a resistência, coragem e luta, foi reintegrada na empresa, onde permanece”, declara a FEVICCOM em comunicado.

A federação realça que “a divulgação pública do processo através de sindicatos e Imprensa deixou clara “não só a importância da intervenção coletiva e solidária do movimento sindical, mas também o poder da comunicação social na valorização dos trabalhadores e do mundo do trabalho”. Para a FEVICCOM, a permanência de Cristina Tavares na empresa Fernando Couto demonstra, aliás, que “que quando se juntam a coragem individual, a intervenção sindical ativa e solidária, a atuação empenhada das entidades fiscalizadoras e a divulgação pública, é possível reforçar caminhos em direção à reposição da justiça, ao respeito pelos direitos sociais e laborais, e à dignidade humana no trabalho e na vida”.

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