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Cristina Tavares e empresa corticeira vão a julgamento

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Após ambas as partes não terem chegado a acordo, o julgamento ficou agendado para 26 de junho

Após a prolongação em dez dias da decisão da juíza para que ambas as partes chegassem a um acordo, a posição da trabalhadora e da empresa permaneceu inalterada. A juíza estipulou um prazo limitado para que se evitasse o início do julgamento interposto pela trabalhadora contra a empresa, por considerar o seu despedimento como ilegal. No entanto, ficou sem acordo esta segunda sessão agendada no Tribunal de Santa Maria da Feira, na passada quarta-feira. Assim, a primeira audiência do julgamento terá início a 26 de junho.

 

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