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Dia Mundial da Rádio: as vozes de Santa Maria da Feira

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A propósito do Dia Mundial da Rádio que se celebrou na passada quarta-feira, 13 de Fevereiro, e uma vez que a rádio é um dos órgãos de comunicação mais dinâmicos e resilientes na área; o Jornal N decidiu entrevistar a Rádio Águia Azul e a Rádio Clube da Feira sobre as suas histórias, dificuldades e paixões que se escondem por detrás das vozes.

 

Rádio Águia Azul (Sintonia Feirense)

 

“Fui criada na década de 80, na altura das rádios piratas, e só por volta de 1988 é que fui legalizada como rádio local. O meu fundador foi Luís Campos, mais conhecido como “Ni” no meio radiofónico. Nasci perto da zona do Cavaco. As primeiras instalações oficiais foram na Rua Doutor João Magalhães numa garagem da moradia do meu fundador. Tratava-se dum espaço muito pequeno: muito frio no Inverno e muito abafado no Verão. Todavia foi aqui se deram os primeiros passos para a minha génese; a relação de proximidade com as pessoas, os discos pedidos e a emissão do desporto que se mantém até hoje. Sofri algumas mudanças em termos informáticos e tecnológicos e acabei mesmo por sair da garagem para a parte debaixo da moradia. Foi aí que atingi uma grande visibilidade por estar em frente ao Cineteatro António Lamoso e tinha até uma sinalização luminosa com o meu nome. Após o falecimento do fundador, mudei de casa para a Rua Nossa Senhora de Campos, perto do talho Carlota. Permaneci aí durante algum tempo, no entanto voltei a fazer as malas para onde hoje vivo: na Rua 5 de Outubro há quase 4 anos. Criaram, de raiz, um estúdio de locução e um estúdio de produção só para mim”.

 

Esta é a história da Rádio Águia Azul contada pelo gerente da Sintonia Feirense, Sérgio Ferreira e reformulada pelo Jornal N para a 1ª pessoa. A Rádio Águia Azul, na frequência 92.0 FM, possui atualmente sete locutores. Realizam diversas programações relacionadas com os talentos locais (o “Talentos em Sintonia”), reportagens desportivas, convidados para entrevistas, etc.

Questionado sobre os desafios atuais que se impõem a este meio de comunicação social, o gerente da Sintonia Feirense afirma que “A rádio procura manter aquilo que é tradicional, mas ao mesmo tempo têm que se adaptar às novas realidades. Portanto, a presença nas redes sociais para complementar a rádio (e não substituí-la) faz sentido”.

 

Leia mais na edição impressa do Jornal N.