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Empresas feirenses sofrem “perseguição fiscal” das Finanças de Aveiro

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As declarações foram feitas no Europarque por Emídio Sousa, na passada quarta-feira, na abertura do Congresso CIP. Ao participar na abertura da iniciativa, o autarca de Santa Maria da Feira aproveitou a oportunidade e a presença do Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, em Santa Maria da Feira, para pedir a sua “intervenção urgente”.

“As empresas de Santa Maria da Feira e do distrito de Aveiro estão a ser alvo de uma inadmissível e incompreensível perseguição fiscal por parte da Autoridade Tributária de Aveiro” – enunciou Emídio Sousa, depois de ter constatado que algumas empresas estavam a mudar a sua sede fiscal para Lisboa e para outros territórios nacionais, apesar de manterem as suas unidades de produção e toda a atividade mais relevante em Santa Maria da Feira.

Os motivos são “claros” para o presidente da câmara: a “perseguição à indústria” é feita com “célebres métodos dedutivos”, que posteriormente se acabam por traduzir em “multas de milhares de euros”, que depois se transformam em acordos “de algumas centenas de milhares de euros”. “Algumas empresas entraram em insolvência por este motivo. Já dei nota desta preocupação ao Diretor das Finanças de Aveiro, mas a saga persecutória continua” – afirma o edil.

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