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Estudo recomenda a internacionalização do Europarque

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Na passada quinta-feira, no Europarque, em Santa Maria da Feira, foi apresentado um estudo que sugeriu o reforço da posição internacional do centro de congressos fogaceiro. As várias conclusões foram analisadas pela Associação de Municípios das Terras de Santa Maria (AMTSM) e pela Área Metropolitana do Porto (AMP) e o documento, da autoria de Hermano Rodrigues, consultor estratégico da Ernest&Young, sugere vários comportamentos, tendo em vista a melhoria da economia metropolitana e o desenvolvimento do Europarque.
O autor do ensaio realçou que o intuito não seria necessariamente apresentar “um caminho”, mas sim dar a conhecer um conjunto de potenciais oportunidades de desenvolvimento a explorar. É nesta onde de pensamento que o autor sugere que o equipamento passe a funcionar sob a lógica da “meeting industry”, incrementado a sua posição na região enquanto espaço de negócios e, simultaneamente, através do reforço da sua visibilidade internacional no mesmo campo.
Hermano Rodrigues sublinhou que, de forma atingir um patamar viável, o Europarque terá de garantir uma taxa de ocupação “muito superior” àquela que o edifício apresenta actualmente, ou mesmo até comparando com os valores registados “há 10 anos atrás”. Assim, e para o efeito, o autor do estudo sugere a “aposta em parcerias com entidades internacionais”, que iriam permitir a captação de mais eventos, visibalidade e atenção para a cidade de Santa Maria da Feira. No entanto, o estudo não descura o investimento “muito significativo” do Município no equipamento, sugerindo a articulação com “uma agência de investimento municipal ou intermunicipal”.

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