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Foragido do TIC começou a ser julgado na Feira

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Arguido nega participação no furto qualificado de “várias jóias”, em 2015.
Impressões digitais do suspeito foram encontradas numa das caixas de jóias

Um dos três arguidos que, em outubro de 2018, fugiram do Tribunal de Instrução Criminal (TIC) do Porto, começou a ser julgado, na passada quarta-feira de manhã (27 de novembro), no Tribunal de Santa Maria da Feira.

Segundo o Jornal de Notícias, o arguido responde por um crime de furto qualificado, no entanto o suspeito nega o seu envolvimento no assalto a várias jóias ocorrido em 2015, numa habitação em Santa Maria da Feira. De acordo com a acusação, Emanuel Brito Santos “terá entrado por uma das janelas e, já no interior, apoderou-se de vários artigos em ouro, como cordões, alfinetes, medalhas e relógios, no valor global de 15 mil euros”.

O arguido, Emanuel Brito Santos, afirmou que “É tudo mentira, se tivesse sido eu, tinha admitido”, quando confrontado com o teor da acusação. “É impossível”, adiantou ao ser questionado com a presença das suas impressões digitais numa das caixas. O principal indício aponte pelo Ministério Público prende-se com o facto de terem sido encontradas impressões digitais do arguido num dos caixilhos das jóias. Todavia, este argumento foi rebatido pela defesa, lembrando que, em 2015, as impressões digitais não deram qualquer correspondência positiva com o arguido.

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