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Lar de Santa Maria de Lamas dá os passos finais

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A construção de um novo Lar, tendo em vista o acolhimento da população idosa local de Santa Maria de Lamas, começa a ser pensada e discutida já no seio da Associação Bem Estar no ano de 2009. As entidades que tutelavam a anterior construção começaram a impor “novas exigências” ao antigo edificado, exigências essas que um edifício construído nos anos 80 se mostrava já “incapaz” de suprir. A ideia passou a matéria concretizável depois do primeiro projecto redigido e agora, uma década depois dos seus primeiros passos, a obra prepara-se para conhecer a sua forma final. Com término de prazo marcado para o dia 16 de Maio do presente ano, as novas formas da construção serão capazes de albergar 40 utentes em regime de Lar, 35 utentes em Centro de Dia, 50 utentes em Apoio ao Domicílio, 16 utentes de Centro de Convívio e 20 outros de Cantina Social. Óscar Neves, Presidente da Direcção da Associação Bem de Santa Maria de Lamas, relata todo o processo vivido pelo projecto que a entidade lamacense abraçou há 10 anos. O responsável discute os vários entraves colocados à obra, que esteve durante seis anos em construção (entre 2009 e 2015), sendo posteriormente interrompida e recomeçada em Agosto do ano transacto. “O sonho começa agora” – afirma Óscar Neves, que garante “de forma segura” a inauguração das instalações até ao final de 2019.

“Eram-nos exigidas condições que já não tínhamos”

Num plano inicial, a obra urge pelas várias “exigências” impostas à Associação. “O edifício anterior foi construído nos anos 80. Para o efeito, ainda estava em bom estado, mas incapaz de suportar as condições para desenvolvermos as actividades de Lar, Centro de Dia, Apoio ao Domicílio e ATL” – relata Óscar Neves. A partir daqui, e depois de ter o projecto inicial elaborado, o mesmo foi submetido à aprovação da Segurança Social, que o reprovou. Com algum “desânimo”, a Associação lamacense recorreu à ajuda da Câmara Municipal de Santa Maria da Feira para solucionar o despacho, com sucesso.  No entanto, as primeiras complicações surgiram depois de terem sido efectuadas as primeiras escavações no local. “Ao fazermos as primeiras escavações, verificamos que os alicerces não suportavam a nova ampliação que tínhamos planeada” – recorda o Presidente da Direcção. Assim sendo, o edifício teve de ser demolido na sua totalidade. Mas o caminho seria em frente. “Com a demolição do edifício, ficamos algo desorientados. Mas tínhamos começado a escavar, e agora o único caminho seria dar seguimento à obra”.

 

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