Concelho

Os Trilhos da Fé

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São um casal de professores aposentados de Escapães e começaram a peregrinar a dois há alguns anos. O Jornal N foi conhecê-los a chegar da peregrinação a Fátima, em vésperas do 13 de Maio. Maria Acácia Ferreira e José Coelho transportam a luz de quem se encontrou nos últimos dias, vêem com a memória fresca dos trilhos percorridos para chegar ao Santuário e da alegria imensa de chegar ao fim em comunhão com os outros e com Deus. Seguem o padre peregrino, David Palatino, pelo mundo para reforçar a sua fé e não se cansam de caminhar para descobrir a sua espiritualidade.

Chegaram esta semana da peregrinação, costumam fazê-la antes do 13 de Maio?

Maria Acácia Ferreira: Depende da disponibilidade do Padre que organiza, já fomos durante a Quaresma.

José Coelho: É um padre de Óbidos, foi pároco, mas neste momento está a estudar em Roma, é o padre David Palatino.

Como é que começaram a peregrinar em casal?

MAF: Em casal vamos há três anos. No inicio do casamento eu fui com a minha sogra e o meu marido foi a acompanhar, gostei, mas quando soube que o padre David, que lhe chamam o padre peregrino, ia organizar uma peregrinação a Fátima fomos com ele. Porque este padre organiza muitas outras peregrinações, esta é a oitava que fazemos com ele, até ao estrangeiro.

Que peregrinações já fizeram?

MAF: Fizemos à Terra Santa, duas vezes, à Polónia, Itália, Croácia e à Bósnia e três a Fátima, claro que as peregrinações no estrangeiro são mais longas, e há lazer…estas são mesmo peregrinação, e são as mais espirituais.

JC: Somos cristãos, católicos e a primeira vez destes três anos fui mais para dar apoio, depois nos dois anos seguintes optei por ir, não para dar apoio, mas para viver, para reflectir, meditar, rezar.

Os percursos são uma parte importante desta “viagem”, porquê?

MAF: Já fizemos três percursos diferentes para Fátima sempre em ambiente pleno com a paisagem, há alguns troços de estrada, mas a ideia é conhecer os trilhos de Fátima. Organizada assim, a peregrinação tem mais sentido, porque nos ajuda mais a fazer o que queremos fazer, que é uma peregrinação não só física, mas interior.

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