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Crispação entre PS e Feira Viva continua

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Margarida Gariso pede metas e objetivos à Empresa Municipal

No período da Ordem do Dia os socialistas chamaram atenção para a Empresa Municipal Feira Viva. “ No Plano está subjacente a diminuição das dívidas a fornecedores da Feira Viva com mais de 90 dias. Qual é o valor destas dívidas? O princípio de pagar a tempo e horas não se deve aplicar exclusivamente à Câmara, mas também à Empresa Municipal” – realçou Margarida Gariso. O assunto chamou Paulo Sérgio, administrador executivo da Feira Viva, a intervir, e a explicar que o valor seria calculado “aquando do encerramento das contas, a 31 Dezembro de 2018”. Quando a discussão passou a girar em torno do Contrato-Programa proposto para 2019, a vereadora socialista pediu “metas” e “objectivos” para a Empresa Municipal. “Constato que falta, neste contrato, o número de utilizadores dos equipamentos que a Feira Viva explora. Deveria constar, por piscina, qual o número de utilizadores tido como meta, e quais os objectivos a serem superados a cada ano. Deve também ser feito um esforço para estabelecer parcerias junto das escolas, para que as nossas crianças aprendam a nadar. Esta seria uma nova forma de fazer com que as piscinas não tivessem tantos tempos mortos, praticando preços diferenciados”- considerou a vereadora socialista. Paulo Sérgio respondeu que “os objectivos são a razão de ser da Feira Viva”. “A nossa perspectiva é a de maximizar, e as piscinas têm maximizado a sua capacidade. Já praticamos preços diferenciados consoante os horários, e mantemos excelentes relações com Associações de Pais, Jardins de Infância e Escolas Básicas.

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