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PS denuncia “vínculos precários” no Feira Viva

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Também proposto para discussão na passada Reunião de Câmara esteve a Regularização dos vínculos precários da Empresa Municipal Feira Viva, cujo agendamento foi requisitado pelo Partido Socialista. Na apresentação do ponto, Margarida Gariso, vereadora socialista, afirmou que este era um tema que a preocupa “há já muito tempo”. Depois de uma análise feita sobre os contratos da empresa, o Partido Socialista concluiu que existem vínculos precários, na contratação “de professores, nadadores salvadores”, numa situação que já se arrasta “há mais de dez anos”. “Já em Abril deste ano, quando foram regularizados os contrários precários da Câmara Municipal, alertamos para que o mesmo fosse feito na Feira Viva, que tem mais de 56 trabalhadores em prestação de serviços. O Presidente Emídio Sousa referiu que iria insistir junto do Conselho de Administração, mas o que é certo é que até ao momento nada foi feito. A realidade dos precários acaba por ser prejudicial para as famílias, para os trabalhadores, e põe em causa a decisão de fazer uma vida normal” – afirmou a vereadora socialista.

Na proposta entregue em Reunião de Câmara, o Partido Socialista refere ainda que está “a receber testemunhos de trabalhadores que são vítimas desta precariedade perpetrada pela Feira Viva e consentida pelo Sr. Presidente de Câmara ao longo de mais de 10 anos”. Os socialistas referenciam ainda excertos de uma carta anónima que lhes terá sido endereçada, da autoria de um professor da Empresa Municipal, um “falso recibo verde”. “Tenho um horário fixo, de segunda a sábado, que complemento com substituições para poder ganhar mais um pouco. Não tenho direito a férias, nem descontos para a segurança social, todas as despesas e impostos saem do ordenado bruto que recebo, inclusive num passado recente, quando foram aplicados cortes na função pública, os professores que apenas vivem do salário da Feira Viva também foram prejudicados com cortes de 8%. Para os cortes eramos funcionários públicos, mas para os outros assuntos já eramos prestadores de serviços” – lê-se no documento apresentado pelo Partido Socialista.

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