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Termas de Caldas de S. Jorge voltam a ser comparticipadas mas não no imediato

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Começaram os trabalhos para encontrar um modelo de comparticipação para os tratamentos termais, mas a implementação só vai ocorrer dentro de alguns meses.

Teresa Vieira, responsável pelas Termas das Caldas de S. Jorge e presidente da Associação Termas de Portugal mostra-se muito satisfeita com o início dos trabalhos para rever o modelo de comparticipação dos tratamentos termais, mas avisa que todo o processo nunca durará menos do que seis meses.

O secretário de Estado da Saúde definiu uma estratégia para rever o modelo de comparticipação, e por isso foi criada uma equipa multidisciplinar “com pessoas da Direcção Geral da Saúde, elementos da Administração Central dos Serviços de Saúde, a Ordem dos Médicos que é essencial, a Associação Nacional de Municípios e a Associação das Termas de Portugal e do Turismo de Portugal”.

A primeira reunião deste grupo de trabalho foi no dia 5 de Março e a equipa tem como objectivo definir as comparticipações destes cuidados de saúde, e proceder a actualização da tabela utilizada quer a nível de preços, quer a nível das terapêuticas termais licenciadas pela saúde. “É um trabalho extenso que vamos tentar concentrar ao máximo, vamos tentar encurtar o prazo, para dar tempo ao Sr. secretário de Estado para analisar a proposta e negociar o envelope financeiro para a mesma dentro do ministério. Temos consciência que o secretário de Estado foi claro e disse que é um processo que está em curso e é para implementar, mas quando entra vai depender das conclusões do trabalho e do que for possível definir em termos de orçamento” – avisa.

A responsável pelas Caldas de S. Jorge admite que a comparticipação dos tratamentos termais “foi uma excelente notícia no final de Dezembro, mas tememos que possa ter um efeito inverso em 2018. Ou seja, as pessoas podem ficar na expectativa de ser comparticipado e no impasse podem atrasar a ida às termas. É um ano de viragem mas até pode vir a ser mais desafiante” – explica.

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