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E se o voluntariado nos bombeiros lhe fosse “familiar”?

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Manuel Peixoto, bombeiro voluntário há 36 anos, confessa que esta vontade “já vem de genética”

A par do que já havia sido anunciado na edição de 20 de maio, o Jornal N esta semana entrevistou mais um dos bombeiros voluntários e galardoados da Associação Humanitária dos Bombeiros da Feira. Desta vez, Manuel Peixoto – eletricista – de 53 anos (e bombeiro há 36) contou-nos de onde surgiu a sua vontade de se tornar bombeiro voluntário, os momentos altos que relembra e o sentido de responsabilidade que o levaram a atingir o pico mais alto da carreira enquanto bombeiro voluntário.

O que o levou a ser bombeiro voluntário?

Manuel Peixoto (M.P.): No meu caso é fácil… Já vem de genética, o meu pai tem 84 anos e foi bombeiro a vida toda e o facto de ele se ter tornado bombeiro fez com que também escolhesse este caminho. Assim como os meus três irmãos que são todos bombeiros!

Há quantos anos desempenha funções na corporação dos Bombeiros Voluntários da Feira?

M.P.: Há 36 anos.

Que importância tem para si a distinção da Medalha de Dedicação e Altruísmo?

M.P.: Acho que, no fundo, é a retribuição e o reconhecimento do trabalho que desempenhamos aqui na associação junto com a sociedade.

 

Leia mais na edição impressa do Jornal N.