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Voluntárias Passionistas mudam vidas em África

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Foram cinco as jovens que, ao abrigo do programa de voluntariado Passionista, de Santa Maria da Feira, embarcaram durante um mês para Angola, onde se envolveram, cruzaram e entrelaçaram na cultura e na comunidade local. Aquele que era o objectivo à partida, não se perdeu na chegada. Pelo contrário. De mochila às costas, levam-se ideias, vontade, disponibilidade e o sonho de mudar o Mundo. No regresso, a memória foca os rostos, os locais, os sorrisos e as palavras que ficam, agora, no passado, sendo relembrados pela saudade e pela vontade, comum, em regressar. À chegada a Luanda, o quinteto foi repartido: dois elementos ficaram encarregues de coordenar os destinos da prisão de Caquila, e também da exploração e manutenção de uma biblioteca no local, trabalhando de perto com os presidiários. Os restantes três elementos ficaram encarregues de monitorizar um centro de formação. Sara Pereira, de 29 anos, teve nesta a sua primeira experiência fora do território nacional, e conta que os esforços das voluntárias não ficaram por aqui. “Depois de lá estarmos há muito trabalho a fazer, mesmo com crianças abandonadas e pessoas menos bem tratadas. É uma realidade difícil, num país completamente diferente, com necessidades diferentes, e é um choque de culturas enorme. Quando chegamos lá encontramos muitas outras necessidades, e se calhar um mês acaba por ser muito pouco. Este espaço temporal era a disponibilidade que tínhamos, porque todas nós temos compromissos profissionais, mas quando chegamos lá apetecia-nos ficar muito mais tempo” – refere.

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