Entrevista

Entrevista à Federação das Coletividades

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Federação das Coletividades: a retrospetiva dum trabalho que necessita de apoio

O Jornal N esteve à conversa com o presidente da Federação das Coletividades de Cultura e Recreio de Santa Maria da Feira, sobre a realidade da Federação e das associações agregadas . Na perspetiva de Joaquim Tavares, “o orçamento municipal devia ter uma fatia importante dedicada ao alavancamento e ao apoio cultural”, sobretudo no tecido associativo: “já tem, mas precisa de ter bastante mais” .

Que tipo de trabalho a Federação das Coletividades desenvolve?
A Federação constituiu-se para ser um elo de ligação entre as associações do concelho e representá-las junto das instituições. Pretendemos fomentar a área da formação e capacitação e promover atividades conjuntas com as associações.

Quantas dessas associações estão agregadas à Federação?
Nós só operamos na área da cultura e recreio. Estimamos que há cerca de 80 associações, sendo que a Federação representa à volta de 70, ou seja representa, mais ou menos, 90% do tecido associativo cultural e recreativo. Isto porque algumas destas associações não reúnem as condições para serem sócios da Federação e outras não tem uma atividade regular.

Que balanço faz sobre o Programa de Apoio a Projetos Culturais?
Considero que, quando o PAPC foi criado, foi uma boa ideia até porque as associações já estavam sem apoios municipais há muitos anos. Foi um projeto que fazia todo o sentido e apontava, em muitos critérios, num sentido correto. Sempre defendemos que os apoios devem ser balizados em função de determinados critérios, nomeadamente sobre aquilo que cada associação faz, o mérito e o seu valor. Isso de alguma maneira são ingredientes que estavam no PAPC.

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