Entrevista

O registo etnógrafo em Terras de Santa Maria

 | 
Share on FacebookTweet about this on TwitterShare on Google+Pin on Pinterest

Alberto Gilde, fundador da associação Grupo de Danças e Cantares Regionais da Feira, têm vindo a realizar um trabalho de pesquisa sobre os costumes e tradições de Santa Maria da Feira ao longo da sua vida. O desenvolvimento da investigação etnográfica – aliada ao folclore – é sublinhada, pelo próprio, devido à importância do registo histórico das “ nossas raízes”.

 “Foi nos anos 80 quando fui convidado para diretor do pelouro da Cultura do Centro de Cultura e Recreio do Orfeão da Feira. Uma das iniciativas que tomei, de imediato, foi o desenvolvimento de um trabalho de pesquisa e de recolha de danças, cantares, usos e costumes para a instalação de um grupo de folclore”.

O Jornal N esteve à conversa com Alberto Gilde, considerado por alguns como “o maior na área da etnografia do folclore” – atual presidente e fundador do Grupo de Danças e Cantares Regionais da Feira – com o intuito de tomar conhecimento da importância de um trabalho de investigação desenvolvido e relacionado com as tradições do folclore da região feirense, ao qual dedicou a maior parte do tempo da sua vida. Como “defeito”, o próprio acusa-se: “Gosto de saber sempre o porquê das coisas e procuro saber sempre mais”.

Comecei por fazer pesquisas no concelho e em toda a região para instalar este grupo” – Alberto Gilde, fundador da associação Grupo de Danças e Cantares Regionais da Feira

 

Leia mais na edição impressa do Jornal N.