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Flor de Aldriz: “PAPC permite sonhar um pouco mais alto”

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Apresentação da obra “Floresta de Enganos” de Gil Vicente envolve o trabalho de 23 pessoas e a contratação de uma encenadora profissional

Fundado no ano de 1940, a Flor de Aldriz irá apresentar um clássico da literatura portuguesa da autoria de Gil Vicente, “Floresta de Enganos”, no próximo dia 21 de abril, apoiado pelo Programa de Apoio a Projetos Culturais (PAPC). O apoio municipal permitiu à associação cultural “sonhar um pouco mais alto. Graças ao PAPC, conseguimos contratar uma encenadora profissional, podemos apostar um pouco mais nos figurinos, no cenário. Digamos que toda a nossa produção tem uma envolvente de qualidade relacionada com uma encenação profissional e também tem uma envolvente criativa. Tudo o que a peça envolve, é criado cá dentro”, explicou Benjamim Soares da Comissão Administrativa da Flor de Aldriz.

A representação em desenvolvimento pela companhia de teatro argoncilhense conjuga-se também com a exposição de trabalhos que serão realizados por parte dos alunos da EB1 de Aldriz e da Associação de Pais. Relativamente à escolha da peça, tem a ver com a aposta “em clássicos da literatura portuguesa”, uma vez que a companhia já está familiarizada com peças da autoria de Júlio Dinis, Camilo Castelo Branco, entre outros. A representante da Associação de Pais da EB1 de Aldriz, Dulce Silva, explicou que os trabalhos expostos pelos alunos serão de pesquisa, nomeadamente sobre o autor, a época em que a peça se desenvolve e o vestuário utilizado.

Sobre a Flor de Aldriz e a “Floresta de Enganos, “isto relaciona-se com o cumprimento daquilo que é uma tradição: o teatro de domingo de Páscoa”, explicou Benjamim Soares, e que o trabalho que “está a ser feito” envolve-se também com a contratação duma encenadora profissional, Linda Rodrigues.

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