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Impasse político levou à queda da Junta de Freguesia de Argoncilhe

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         A Assembleia da Freguesia da Junta de Argoncilhe, realizada na passada quinta-feira, dia 7 de fevereiro, levou à renúncia dos mandatos por parte da oposição do partido do CDS e PS. A resolução da instabilidade política de Argoncilhe terminou assim num desabamento, onde, agora, serão realizadas eleições antecipadas. As renúncias dos partidos, entregues à Presidente da Mesa da Assembleia de Freguesia, serão entregues à Câmara Municipal e direcionadas ao Ministério da Administração Interna. Esta última entidade terá agora de eleger três elementos para constituir uma Comissão Administrativa – pelo método de D’Hondt – onde serão eleitos dois elementos do PSD (por ser o mais votado) e um do PS (segundo partido com mais votos). O ex-presidente da Junta de Argoncilhe afirma que se irá recandidatar visto que “gosto de levar as coisas até ao fim e tenho promessas a ser cumpridas para com os argoncilhenses”.

A ordem do edital da Assembleia da Freguesia tinha um ponto único relativo a um despacho direcionado ao Ministério Público, em que abordava os 15 mil euros (de 2016 e 2017) da “irregularidade” da Junta de Argoncilhe, no entanto o valor por ser abaixo do referido não é considerado como ilegalidade. O Jornal N esteve em contacto com Manuel Santos, ex-presidente da Junta de Freguesia de Argoncilhe, em que o mesmo refere que os processos direcionados ao Ministério Público e outro enviado à Polícia Judiciária, encontram-se “encerrados e arquivados”. Todavia, a discussão entre os partidos alargou-se ao orçamento e à comunicação que a Junta realizou.

 

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