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Margarida Gariso acusa Feira Viva de “silenciar” funcionários

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Vereadora Socialista denuncia imposição da “lei da rolha” a trabalhadores “precários” 

Foi na passada segunda-feira, 11 de Fevereiro, em contexto de Reunião de Câmara, que a vereadora socialista Margarida Gariso deu continuação às sucessivas interrogações que tem dirigido ao Executivo a respeito de várias situações contratuais praticadas pela Empresa Municipal Feira Viva. Recorde-se que já na Reunião de Câmara do passado dia 22 de Outubro, Margarida Gariso trazia para a discussão a regularização dos vínculos precários da Empresa Municipal, nomeadamente de vários professores, instrutores de natação, e nadadores salvadores, contratos esses que, segundo a responsável socialista, existiriam, nalguns casos, “há mais de dez anos”. Na mais recente abordagem ao tema, na passada semana, Margarida Gariso fez saber que o caso já terá sido apresentado à Autoridade para as Condições de Trabalho (ACT) e também à Direcção Geral das Autarquias Locais (DGAL). A vereadora apontou para uma “nova cláusula”, imposta nos contratos existentes na plataforma online, onde é imposta a “lei da rolha”, onde “se proíbem os trabalhadores de divulgarem qualquer tipo de informação relativo às condições de trabalho”.

 

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