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Reunião de Câmara: Resposta ao incêndio no Centro histórico

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Na passada segunda feira o executivo municipal voltou a reunir-se em contexto de reunião de câmara. Com 20 pontos na ordem do dia a reunião começou com uma nota, por parte do presidente da Câmara Municipal, acerca do incêndio no Centro Histórico que deflagrou no domingo anterior à reunião, dia um de julho, propondo um voto de louvor aos bombeiros, à polícia pelo condicionamento do trânsito e à proteção civil municipal.
“ Dar nota que foi uma situação difícil. Tenciono reunir na próxima semana com uma senhora que é a proprietária do edifício. Às 17:00 horas o Presidente da República ligou a perguntar se estava tudo bem e também se disponibilizou para ajudar”, referiu Emídio Sousa.
“ O rés –do –chão não caiu. O senhor vereador esteve lá de manhã e à hipótese de por uma cobertura provisória. O prédio não apresenta risco de ruir. Vai-se fazer um relatório e uma segunda vistoria para poderem laborar caso chova durante a viajem medieval. Corremos o risco de, nessa altura, ter de delimitar toda aquela zona, mas ainda é cedo para saber isso”, informou Emídio Sousa aos presentes.

Castro de Romariz alvo de requalificação até ao final do mandato
Durante o período antes da ordem do dia Margarida Garizo questionou o executivo acerca da reabilitação no Castro de Romariz, num acordo celebrado com a Organização Voltado a Poente.
“ Mostraram algum desalento por a Câmara não mostrar capacidade para requalificar toda aquela zona”, afirmou a vereadora.
O vereador Gil Ferreira está a criar um projeto de reabilitação. Queremos que durante este mandato a situação fique resolvida”, esclareceu o presidente da Câmara

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