Concelho

Discussão acesa a dois tons

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Na passada segunda-feira, 19 de Novembro, o Executivo Municipal juntou-se, em contexto de Reunião de Câmara, para ali deliberar sob uma Ordem do Dia, desdobrada em 25 pontos. Foi através da discussão de tópicos como a Gestão do Europarque, trazido para cima da mesa pelo Partido Socialista, que a discussão acendeu. Na sua primeira intervenção, Margarida Gariso afirmou que “se fosse Presidente de Câmara”, a gestão da apelidada “Cidade dos Eventos” teria sido planeada através “de um estudo” e em cooperação com a Área Metropolitana do Porto (AMP). Do outro lado, Emídio Sousa, Presidente da Câmara Municipal, afirmou que a socialista “ainda não percebeu” as razões pelas quais o Município assumiu a gestão do equipamento no Governo de Passos Coelho e, depois de ouvir as declarações da oposição, considerou que Margarida Gariso “nunca” iria ser Presidente da Câmara Municipal. Numa fase mais posterior da discussão, e quando se debatiam as acessibilidades no projecto de Requalificação da Quinta do Castelo de Santa Maria da Feira, Lia Ferreira, vereadora socialista, questionou se poderia visitar o local, com todo o derrube de barreiras “garantido” no processo inicial. António Topa Gomes, vereador do Pelouro das Obras Municipais, explanou que a intervenção feita, situada numa zona histórica e com declives, não iria permitir o acesso total ao espaço para cidadãos com mobilidade condicionada. Depois de ouvir as explicações, Lia Ferreira chegou mesmo a oferecer “aulas de acessibilidade” ao Executivo, e Topa Gomes afirmou que “gostava” de as ter, sim, mas “por quem tem capacidade”.

 

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