Cinema

“Luso-Brasileiro” fechou o pano e já prepara cenas dos próximos capítulos

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Oito dias, trinta e uma metragens a competição, louvores e reflexão sobre alguns dos rostos mais emblemáticos da cinematografia. Depois de um ano de interregno, o Festival de Cinema Luso-Brasileiro voltou a ocupar o Auditório da Biblioteca Municipal, para celebrar a sua 21ª edição, a primeira de um caminho de quatro anos, onde o projecto é pensado para adquirir novos moldes e atrair cada vez mais público e filmes à “casa do Cinema em Santa Maria da Feira”. “Estamos a falar  de uma história construída ao longo do tempo, e hoje o Festival tem uma presença marcante em território feirense e uma envolvência muito forte de públicos de outras cidades. Registamos uma presença diária muito positiva, até porque nos assumimos como uma experiência única, passamos filmes que não passam em mais lado nenhum” – afirma Américo Santos, director do certame.

 

2018 marca o início de um processo de evolução quadrienal do Festival, e se é certo que as experiências  dão espaço e lugar ao erro, também é certo que criam novos horizontes para a novidade. Nesse sentido, a organização assume que a “comunicação” é ainda um dos aspectos a ser trabalhado no futuro, apontando a melhoria da relação com os convidados como outra das metas dos tempos que estão por vir, introduzindo uma “componente profissional”. “Queremos melhorar a nossa relação com os convidados, potenciando-os cada vez mais, uma vez que trazemos cá gente muito interessante do meio cinematográfico, que acaba por ficar cá durante uma semana em contacto com o público de Santa Maria da Feira. É algo que o Festival, hoje, faz bem, a um nível não-formal, mas queremos introduzir aqui uma componente profissional” – afirma.

 

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