Música

Crónica: Indignu, a transportação para um universo musical alternativo

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A banda, composta por cinco elementos, nasceu em Barcelos e projetaram o seu portefólio musical através de diversos temas apresentados na passada noite de quarta-feira, 10 de abril, no Cineteatro António Lamoso. Numa viagem de estilos musicais diferenciados, o público “congelou” na presença dos indignu.

Indignu foi o destaque da passada noite de quarta-feira. O grupo apresentou temas dos projetos musicais já publicados como: “Fetus In Fetu” de 2010, “Odysseia”, em 2013; “Ophelia” (2016) e por último, o “umbra” no ano transato.

22 horas. Foi o horário que deu início à entrada das quase 120 pessoas nas traseiras do palco do Cineteatro, através do acesso pelo corredor dos camarins. Já no interior do espaço, ouviam-se pequenas experiências com instrumentos e somente a sombra de pés a passar por detrás do pano preto. A ansiedade e a expetativa cresciam, tal como a música que, aos poucos, ia-se compondo. Foi com o levantar do pano e o apagar das luzes que os indignu se mostraram, pela primeira vez, a Santa Maria da Feira.

A viagem acabara de começar, de forma calma, com o violino no centro da banda – tocado por Graça Carvalho – com o acompanhamento de sons de fundo produzidos pelas cordas da guitarra que remetiam à serenidade. No entanto, a aparente viagem “sem lombas” intensificou-se com Paulo Miranda, na bateria, que marcava o passo e a excentricidade de cada tema da banda através das suas baquetas e das sonoridades de Mateus Nogueira no baixo.

 

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