AFPCE celebra 38.º aniversário

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Num ano atípico, a premiação realizada pela Associação Futebol Popular do Concelho de Espinho voltou para celebrar o seu 38.º aniversário. Para recompensar o trabalho e o esforço de todos que acompanharam a associação, esta noite foi destinada a atribuir prémios, e acima de tudo, valorizar o trabalho dos envolventes e valorizar o futebol popular na perspetiva amadora, recreativa e inclusiva.

O evento organizado pela Associação Futebol Popular do Concelho de Espinho, iniciou-se pelas 22 horas, no Centro Multimeios de Espinho. Logo após, João Pedro Silva e Márcia Gonçalves deram as boas-vindas a todos e exaltam o papel do futebol popular no concelho de Espinho destacando os seus “38 anos de paixões, alegrias, derrotas, mas principalmente 38 anos de muitas e boas vitórias”. Seguia- se o momento mais almejado da noite: a entrega dos prémios a todos que contribuíram para a evolução e crescimento desta associação.

Esta Gala é também marcada pela apresentação do livro “38 anos a viver Futebol Popular”, da autoria de Ana Cláudia Oliveira.  Com o evento prestes a terminar, seguiram-se os discursos das personalidades presentes, Tiago Paiva, presidente da AFPCE, cumprimentou e agradeceu a presença de todos, e aproveitou para agradecer aos membros da direção por todo o trabalho prestado neste ano de pandemia.

“Dedicamo-nos a isto como uma causa. Isto é servir, isto é ser o que há de melhor no desporto. O futebol inclusivo, o futebol para todos, de e para todos. O apoio numa altura de dificuldade, num ano difícil como esta pandemia que nos atravessa. Fomos capazes de ter o rasgo de fazer um projeto como a sede social que inauguramos e conseguimos levar a cabo, fazendo um projeto social ajudando sempre os mais desfavorecidos. Ajudamos os nossos clubes numa forma diária, mobilizando esta família que é o futebol popular.”

Desde 1983, como num jogo de equipa, houve substituições, mudanças na estrutura e desafios, mas o jogo, o projeto da AFPCE, esse nunca pára, albergando ambição e acima de tudo, o sonho de uma comunidade.

Leia mais na versão impressa do Jornal N.

Por Catarina Preda