43a edição do FIMUV com vários concertos no concelho de Santa Maria da Feira

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O primeiro concerto desta edição do FIMUV aconteceu em janeiro pela Orquestra Filarmónica Portuguesa com o Coro de Berlim. O surto fez com que não existissem condições para continuar o festival, arrancando em definitivo no passado dia 3 de outubro. Tiago Afonso é presidente do CiRAC desde 2016 e fala do prestígio que é organizar um evento desta magnitude, da maneira que a pandemia condicionou a vida do CiRAC e o que se pode esperar do futuro da associação brandoense.

 

Enquanto presidente do Ci- RAC como é para a associação promover o projeto do FIMUV?

O CiRAC tem 44 anos de existência e o projeto do FIMUV já conta com 43 edições, por isso, é um projeto que quase desde o início acompanha a associação. Para a associação é muito prestigiante estar a organizar um evento desta magnitude. Começou por ser um evento dentro da comunidade de Paços de Brandão e, que neste momento já é um evento a nível nacional, com músicos nacionais e internacionais, que fazem anualmente parte da nossa programação. Por isso, é para nós um prestígio muito grande, em termos culturais, dar esta oferta à comunidade brandoense e à comunidade feirense. A nível nacional, há muitas pessoas que nos visitam e, que já conhecem este marco que é o FIMUV.

O que se pode esperar do festival este ano?

O FIMUV foi readaptado às condições em que são permitidas a realização do próprio festival. Como tem sido habitual, sempre demos primazia aos músicos e às músicas portuguesas. E, este ano decidimos intensificar essa vontade, devido à crise que a secção cultural ultrapassa. No programa deste ano, 90% dos concertos serão com músicos portugueses conceituados e, também músicos emergentes que já têm prémios, a nível nacional e internacional.

Leia a entrevista completa na edição impressa.