Sociais Democratas apontam soluções para os problemas que enfrentam as escolas

Na passada segunda-feira, dia 3 de Junho, a Comissão Concelhia do PSD de Espinho “apelou” à Câmara Municipal para que fosse feito um balanço, com todos os intervenientes, para que o próximo ano lectivo pudesse ser mais bem planificado. Sugeriram que se negoceie o contracto interadministractivo; se crie uma bolsa de assistentes operacionais, bem como, se elabore a Carta Educativa Municipal.

No passado dia 3 de Junho, a Comissão Concelhia do PSD de Espinho realizou uma conferência de imprensa na Junta de Freguesia de Espinho para abordar a situação das escolas em Espinho. Ricardo Sousa, presidente da Comissão Concelhia do PSD de Espinho, começou por dizer que tem recebido de encarregados de educação e do corpo docente e não docente das escolas do concelho “algumas demonstrações de preocupação pela situação e pelo funcionamento de alguns estabelecimentos de ensino”.   Para o líder do partido no concelho de Espinho, está na altura de se fazer um balanço com todos os intervenientes para que o próximo ano lectivo possa ser mais bem planificado.  Reconheceu que o ano lectivo que está a terminar foi de excepção pela necessidade de adaptação à descentralização de competências na educação, mas disse estar preocupado com o facto do modelo de contracto interadmninistrativo não estar ainda consolidado e apontou dados. “No ano lectivo 2022/2023, a transferência de verbas às escolas deveria ter sido realizada em três tranches e aquilo que nos foi reportado foi que a terceira tranche não chegou a ser transferida.”, afirmou.

Na imagem- Ricardo Sousa ao centro

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