Investigadora apela a maior visibilidade para doenças respiratórias

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3º Congresso Internacional sobre Infeções Associadas aos Cuidados de Saúde, no Europarque, reuniu cerca de 700 profissionais de saúde de diversos países

Nos passados dias 23, 24 e 25 de outubro realizou-se, no Europarque, o 3º Congresso Internacional sobre Infeções Associadas aos Cuidados de Saúdes em Santa Maria da Feira abordando o tema sobre as razões da elevada taxa de mortalidade por pneumonia em Portugal.

A investigadora Cátia Caneiras pediu, na passada sexta-feira, uma maior visibilidade para as doenças respiratórias em Portugal e criticou o Ministério da Saúde por não ter colocado “nem uma frase” sobre o tema no “Retrato da Saúde 2018″. Cátia Caneiras recordou que o país, em 2015, era o que tinha maior taxa de mortalidade por pneumonia na União Europeia, citando o relatório da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) de 2018. “O que não deixa de ser curioso é que quando passamos do relatório da OCDE para o relatório do Ministério da Saúde e verificamos o retrato da saúde em Portugal, nem uma frase é dada às doenças respiratórias”, referiu. Ainda durante o discurso, revelou que a DGS [Direção-Geral da Saúde] tem o programa nacional para as doenças respiratórias, que, no seu último relatório, apontou para que 70% dos internamentos por doenças respiratórias são devido a pneumonias bacterianas e falou também na importância de associar a “área respiratória e das pneumonias às infeções associadas aos cuidados de saúde”.

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