“Quando chegar ao final do mandato, São Paio de Oleiros não será a mesma freguesia”

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Maximino Costa, presidente da Junta de Freguesia de São Paio de Oleiros, em entrevista

Maximino Costa cumpre, desde 2017, o seu primeiro mandato na liderança dos destinos políticos da Junta de Freguesia de São Paio de Oleiros. Em entrevista ao Jornal N, o responsável descreve esta sua primeira incursão na esfera política, tendo já feito parte de um Executivo, há 8 anos, como secretário. O presidente traça um “balanço positivo” do seu percurso até ao momento, percurso esse que foi sinónimo de várias “dificuldades”, num momento inicial. Maximino Costa diz ter sido confrontado com “contas” que não sabia existirem, o que obrigou a Junta de Freguesia a proceder a uma “contenção de despesas”. No entanto, São Paio de Oleiros viu já a Rua da Igreja ser requalificada, e vários arruamentos arranjados, circunscritos na sétima fase de pavimentação municipal. Até ao final do mandato, Maximino Costa promete um reforço da componente social, prestando apoio a um maior número de casos e famílias. Acredita que o poder político “não cortará as asas” ao projecto da Unidade de Saúde Familiar partilhada entre a freguesia oleirense e Nogueira da Regedoura, e atenta na malha e no investimento empresarial, como factores de “fixação” da população.

Esta é a sua primeira experiência política na liderança de uma Junta de Freguesia?

Sim, esta é a minha experiência política na liderança de uma Junta de Freguesia. Há 8 anos fiz parte de um Executivo como secretário, mas estar na liderança de uma freguesia é algo completamente diferente: as expectativas são grandes, as responsabilidades acrescem. A ideia que tinha da organização de uma Junta de Freguesia é completamente diferente da realidade.

Que balanço traça do seu mandato até ao momento presente?

Faço um balanço positivo dos dois anos que passaram. Foram sinónimo de muitas dores de cabeça. Os primeiros tempos foram mais difíceis: quando tomamos posse tivemos uns percalços financeiros. Apareceram-nos contas que não sabíamos existirem. Isto fez com que os últimos meses do ano de 2017 tenham sido algo atribulados, em contenção de despesas, para conseguirmos fazer face aos custos fixos que tínhamos. A partir daqui começamos a trabalhar, a olhar para o nosso programa, e a pô-lo em execução. Já se arrastava há anos um projecto de requalificação da Rua da Igreja, e começamos a executá-lo, em conjunto com a Câmara Municipal. Foi uma obra de grande porte, trabalhosa, e está hoje praticamente concluída.

Leia mais na edição impressa do Jornal N.