Obras em Santo André geram discórdia entre PSD e PS

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Socialistas defendem o fecho da artéria para que funcione apenas para obras e veículos de emergência médica. Emídio Sousa considera que a obra “foi bem pensada”, dada a sinistralidade que existia no local.

No passado dia 13 de janeiro, segunda-feira, o Executivo da Câmara Municipal de Santa Maria da Feira voltou a reunir-se em contexto de Reunião de Câmara.

No período que antecedeu a Ordem do Dia, o vereador do Partido Socialista, Délio Carquejo, abordou a situação das obras em Santo André – uma das principais entradas para a cidade de Santa Maria da Feira. “Nós já solicitamos, várias vezes, que essa artéria fosse fechada definitivamente até às obras terminarem. Voltamos a reiterar este pedido e que funcione somente para obras e para a passagem de veículos de emergência médica”, explanou o vereador socialista, Délio Carquejo. O vereador do PS deu nota dos “relatos de pessoas” dado o “encostar das ambulâncias” que ficam “paradas no trânsito” para acederem à infraestrutura hospitalar. “Eu penso que até o próprio administrador do Hospital vos agradeceria se isto fosse feito até à conclusão da obra”, referiu.

Em resposta, o Presidente da Câmara Municipal, Emídio Sousa, afirmou que a ideologia “nunca foi fechar aquela passagem”, pois “entendeu-se que deveríamos manter aquele corredor aberto para as ambulâncias acederem ao centro hospitalar”. O vereador do PS reiterou que viu “com os próprios olhos” e que possuía fotografias dos veículos de emergência médica parados no trânsito. “Nós sabemos que a obra pode estar por 15 dias, o facto é que todos percebemos que uma intervenção naquela artéria devia ter sido pensada para não obstaculizar os veículos de emergência”, apontou o vereador da bancada socialista. O edil sublinhou que os referidos veículos “conhecem muito bem” os itinerários para o Hospital S. Sebastião e que a obra “foi bem pensada”. “Ninguém está mais preocupado com a abertura daquela rua do que eu, mas muito mais importante do que a abertura da rua, é a questão da sinistralidade que existia na rotunda de Santo André”, afirmou Emídio Sousa, Presidente da Câmara Municipal.

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