Ajuntamentos limitados a 10 pessoas e consumo de álcool na rua é proibido

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Com as novas medidas, os ajuntamentos voltam a ser limitados a 10 pessoas em todo o país. A partir de dia 15, Portugal entrará em estado de contingência.

“Isso significa, que muitas das regras que têm vigorado já na Área Metropolitana de Lisboa, vão passar a vigorar em todo o país”, explica o primeiro-ministro, António Costa. Desta forma, o primeiro-ministro anuncia que os ajuntamentos passam a estar limitados “a dez pessoas em todo o país” e os estabelecimentos comerciais, com exceção de pastelarias, cafés, cabeleireiros e ginásios, só devem abrir a partir das 10h00, “de forma a assegurar a diferenciação de horários e a circulação”.

É alargado também as limitações de funcionamento dos estabelecimentos. O horário de encerramento dos estabelecimentos passa a ser entre as 20h00 e as 23h00, por decisão municipal. Relativamente às áreas de restauração dos centros comerciais, António Costa deixa claro que “não pode haver mais de quatro pessoas por grupo de forma a evitar grandes concentrações nesses espaços de alimentação”.

Foi decretada a proibição de bebidas alcoólicas nas estações de serviço e, a partir das 20h00, em todos os estabelecimentos, exceto as bebidas a acompanhar as refeições nos estabelecimentos de restauração. É ainda proibido o consumo de bebidas alcoólicas na via pública, pois “é absolutamente essencial podermos assegurar que não se multiplicam as situações de ajuntamento informal de consumo e de festas”.

Nesse sentido, o reforço das medidas preventivas contra a Covid-19 visa evitar um aumento exponencial de contágios com a gradual retoma da atividade. “É absolutamente decisivo manter a pandemia con- trolada. Não podemos dar este jogo por ganho, porque não está ganho”, advertiu António Costa no final do Conselho de Ministros em que anunciou as medidas contra a Covid-19, no âmbito da situação de contingência.

Na sua intervenção inicial, o primeiro-ministro defendeu ainda que a batalha contra a Covid-19 “continua e depende fundamentalmente de cada cidadão”.

“O acompanhamento desta pandemia exige uma leitura dinâmica de forma a permitir aquilo que é essencial: manter a pandemia controla- da, possibilitando a recuperação económica e social do país”, justificou.