Cruzamento da Rua da Corga, em Fiães, gera preocupação, depois de novo atropelamento mortal

Share on facebook
Share on google
Share on twitter
Share on linkedin

O recente atropelamento mortal ocorrido no Cruzamento entre a Rua da Corga e a Rua do Bolhão, em Fiães, levou a que o estado a via fosse trazido à discussão na passada Reunião de Câmara. António Bastos, vereador do Partido Socialista, disse “não querer fazer política com o assunto”. Ainda assim, reconheceu que o Executivo “deve saber evitar” novas ocorrências desta génese. “Estive no local, e achei que o Cruzamento não oferece nenhuma segurança a qualquer transeunte da via pública, sejam eles condutores ou peões. É um local de perigo iminente. Há necessidade urgente de a Câmara retificar o que já está mal há uns anos. Existem pinturas horizontais no local, mas de facto, durante a noite, e face à falta de iluminação do Cruzamento, poderão ocorrer novos acidentes a qualquer momento. A Câmara deverá avançar no imediato com um procedimento a fim de corrigir esta situação. Na Rua da Corga existe também um declive bastante acentuado na faixa de rodagem. E este troço do arruamento é íngreme, e convida a que os condutores se excedam na velocidade, e possam não cumprir com as normas de trânsito. Entendo que deveriam ser colocados, no entroncamento e nas faixas de rodagem, passadeiras, para que as pessoas possam circular em maior segurança. Não deixo de chamar a atenção para a criação de pinturas horizontais na Rua do Bolhão” – sugeriu o vereador da Oposição. António Topa Gomes, o vereador responsável pelo pelouro das Obras Municipais, reconheceu as águas pluviais como um dos aspetos a melhorar no local. “Algumas destas ruas não têm águas pluviais, e particularmente a Rua do Bolhão, quando chove significativamente, acumula água. Não tem qualquer tipo de sarjetas de águas pluviais. Neste momento, temos uma empreitada a concurso, em fase de consignação, para resolver a questão das águas pluviais na Rua do Bolhão. A solução para o Cruzamento não é fácil. Já vimos a solução de uma rotunda não centrada ali, que não seria perfeita, mas no terreno a solução é também dúbia. Temos de saber encontrar a solução possível para o local, com a consciência de que a mesma nunca será óptima” – reiterou. Também Emídio Sousa interveio no tópico, para fazer saber que os serviços camarários já se teriam deslocado ao local, a fim de recolher informação. “Aquele sítio é muito crítico. É uma confluência de cinco ruas desalinhadas, com descidas pronunciadas em três delas, e há muitos anos que se pensa numa solução otimizada. Será muito difícil de resolver” – considerou o edil.