“Garanto que os problemas daqui vão ser levados até ao Parlamento e não irei esquecer as minhas origens”

Cristiano Santos, cabeça-de-lista da Iniciativa Liberal pelo círculo eleitoral de Aveiro, em entrevista

Após as Legislativas de 2019, Cristiano Santos volta a encabeçar a lista dos liberais pelo distrito de Aveiro. O candidato, natural do concelho feirense, reconhece que a sua eleição é difícil, mas diz-se preparado para o embate político e mostra-se convicto de que a Iniciativa Liberal vai crescer a 30 de janeiro. A ligação férrea do porto de Aveiro até Salamanca, a requalificação da linha do Vouga e a solução no nó da Cruz são algumas das propostas elencadas pelo candidato que garante que não irá esquecer as suas origens. 

Que balanço faz sobre a legislatura iniciada em 2019 e que terminou no ano transato com a dissolução do Parlamento face ao chumbo do Orçamento de Estado para 2022?

Numa altura crucial para a vida de Portugal e dos portugueses, quando estávamos a começar a enfrentar uma nova vaga da pandemia e onde a estabilidade política seria importante, uma solução política – iniciada em 2015 – chegou ao fim de forma abrupta. Creio que a maior parte dos portugueses não esperava, nem desejava isto. É irresponsabilidade por parte da esquerda nos ter colocado num novo cenário de eleições numa altura destas. É uma solução política que se esgota, pois são partidos diferentes. A Iniciativa Liberal (IL) não pediu eleições, mas está pronta para as disputar. A IL fez dois anos de bom trabalho parlamentar e isso é positivo. Apesar das limitações de ter deputado único no Parlamento, acho que vamos crescer no dia 30 de janeiro.

Que leitura lhe merece a lista de candidatos apresentados pela Iniciativa Liberal de Aveiro?

Importa dizer que os membros da lista de efetivos são todos do distrito de Aveiro. O distrito tem 19 concelhos e tentamos colocar pessoas de vários municípios. É uma lista forte que conhece e gosta do terreno. Temos muito orgulho nas nossas terras e isso é um fator importante ao chegar a Lisboa. Ao termos um conhecimento profundo da realidade local e dos seus problemas, já partimos à frente dos outros para que esses problemas sejam ouvidos onde têm de ser ouvidos: no Parlamento nacional.

(…)

Leia a entrevista na íntegra na edição impressa do Jornal N de 17 de janeiro.

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