Arguidos condenados a pena suspensa por burlarem IPSS de Oliveira de Azeméis

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Burla estimada em mais de 40 mil euros

O Tribunal da Feira condenou, na passada segunda-feira, três pessoas a penas suspensas por terem burlado uma Instituição Particular de Solidariedade Social (IPSS) de Oliveira de Azeméis em mais de 40 mil euros. Durante a leitura do acórdão, a juíza presidente do coletivo que julgou o caso disse que “resultou provada toda a matéria constante na acusação”.

Em causa estava a realização de um estudo de viabilidade económico-financeira, com vista à obtenção de financiamento para pagamento de obras no lar de terceira idade e centro de dia da Associação de Melhoramentos Pró-Outeiro que, de acordo com o Ministério Público (MP), nunca foi feito. Os dois principais arguidos, uma ex-secretária da direção da associação e um outro indivíduo, com quem tinha sociedade numa empresa de consultadoria financeira, foram condenados a três anos e oito meses de prisão, com pena suspensa, por um crime de burla qualificada e outro de falsificação de documento.

Um terceiro arguido foi condenado a dois anos e oito meses de pena suspensa, pelos mesmos crimes. Os três arguidos foram ainda condenados a pagar solidariamente 40 mil euros à associação, no prazo de três anos e oito meses. O tribunal condenou ainda no mesmo processo duas empresas a 500 dias de multa à taxa diária de 100 euros.

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