Espinho quer vigilância rigorosa nas praias e identificar ocupação máxima

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Autarquia propõe a colocação de grades nas praias, vigilância por drone e bandeira de ocupação máxima

O Município de Espinho preparou um plano de utilização balnear que prevê a divisão com grades das praias e vigilância por drone, revelou a autarquia, no passado dia 7 de maio, e também recomendou ao Governo a criação de uma bandeira indicativa de ocupação máxima.

“Tudo será articulado com os concessionários, com a Autoridade Marítima e com o Instituto de Socorros a Náufragos, para que a permanência na praia possa ser o mais segura possível dentro das restrições a que estamos obrigados este ano”, referiu o presidente da autarquia de Espinho, Joaquim Pinto Moreira, à Lusa. No que diz respeito à “compartimentação das diferentes concessões, recorrendo a gradeamento”, o objetivo é “facilitar o controlo das entradas e saídas dos areais, aumentar a perceção de eventuais aglomerações e melhorar a definição das áreas de responsabilidade dos vários concessionários, de forma a facilitar os respetivos procedimentos de segurança e higiene”.

A autarquia propõe ainda o recurso a vigias transportados por motos 4×4 ou veículos similares, uma rede de rádio própria para as equipas de trabalho balnear e um drone. “Um drone devidamente licenciado é uma opção de vigilância com baixo custo de investimento e operacionalidade, permitindo obter rapidamente uma ‘big picture’ de toda a frente de praia, várias vezes ao dia, com meros intervalos para carregamento de bateria”, defendeu o autarca. Outra vantagem deste equipamento voador é a capacidade para “transmitir imagens em direto às salas de operações e de comunicações de diferentes entidades, onde quer que essas estejam localizadas”.

O presidente da autarquia, Pinto Moreira, também pretende ver implementada uma “bandeira específica a hastear” sempre que a praia atinja o limite da sua capacidade. Quanto aos nadadores-salvadores, a autarquia antecipa dificuldades na sua contratação e, por isso, quer mais flexibilidade na distribuição da equipa de assistência a banhistas que, provavelmente, deixará de contar com 22 técnicos para a orla costeira do município e ficará limitada a 17.