CASTIIS não teve nenhum caso de Covid-19 desde o início da pandemia

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Prevenção e planificação são a “chave” para este lar no concelho de Santa Maria da Feira não ter, até à data, nenhum caso de Covid-19

O CASTIIS tem três valências disponíveis para os seniores como o centro de dia, o serviço de apoio domiciliário e a estrutura residencial para pessoas idosas. Foi em março de 2020 que a pandemia chegou a Portugal e o lar teve que reforçar as medidas já implementadas anteriormente. Desde logo, a valência do centro de dia teve que encerrar e, como consequência, o serviço de apoio domiciliário aumentou.

Existiram serviços que tiveram que ser transformados e foi sempre dada resposta a todas as situações. Madalena Malta, diretora do CASTIIS explicou que foi muito complicado e difícil lidar com a chegada da pandemia. Além do medo que se fazia sentir existia muita incerteza sobre o tema. A diretora da instituição referiu que começaram por construir um plano de contingência em março, que até ao momento já sofreu imensas alterações. Mas sempre com uma perspetiva de melhoria contínua e com base na experiência do dia a dia. “Inicialmente o plano de contingência foi construído com base em teorias, porque estávamos a lidar com o desconhecido e recebíamos muita informação. Tivemos várias formações, além das informações que recebíamos da segurança social e da saúde”, confessou Madalena Malta. No fundo, o CASTIIS construiu um plano de contingência que não era muito diferente das dinâmicas utilizadas anteriormente pela instituição. “Antes da pandemia já éramos uma instituição bastante rigorosa ao nível da organização, da higiene, da planificação e do rigor dos produtos. Digamos que não sentimos muito a diferença do antes e depois”, afirmou a psicóloga Rosário Sousa. Foram incluídas no plano de contingência determinadas regras como a proteção individual, que também sofreram alterações com o tempo. “Já usávamos as luvas, as máscaras e as batas. Foram adicionados mais alguns equipamentos de proteção e, passou a ser tudo mais rigoroso, obrigatório e utilizado como forma de prevenção”, esclareceu Rosário Sousa.

 

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