“Vamos conquistar para vencer o concelho de Santa Maria da Feira”

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Márcio Correia, candidato do PS à Câmara Municipal de Santa Maria da Feira, em entrevista

Márcio Correia é o cabeça-de-lista do Partido Socialista à Câmara Municipal e pretende tornar o concelho feirense num “lugar aprazível” e “cheio de oportunidades”. Em análise, o candidato do PS faz um balanço “francamente negativo” do atual mandato do Executivo PSD e considera que, face à pandemia de Covid-19, a autarquia feirense assumiu um “papel de espectador”. Márcio Correia reconhece que Santa Maria da Feira apresenta “muitas necessidades”, tais como: a requalificação das zonas industriais, o preço das habitações e a falta de transportes públicos. Entre várias propostas elencadas, o líder socialista ambiciona “mudar a face do concelho” para “unir, depois de conquistar”, através de uma “equipa da vereação devidamente preparada e qualificada para projetar, gerir e construir, a todos os níveis, um concelho melhor”.

Quais são as principais razões e motivações que o levaram a encabeçar esta candidatura à Câmara Municipal de Santa Maria da Feira? 

A principal razão é a oportunidade de trabalhar de forma isenta e independente em prol de toda a comunidade do nosso concelho. O nosso programa para o concelho de Santa Maria da Feira centrar-se-á em três eixos: igualdade social, modernidade e proteção do Ambiente. Seremos ambição, vitalidade e transparência. Criaremos um município estruturado e sustentável, garantindo às atuais e novas gerações todas as oportunidades para crescerem e permanecerem na nossa terra. Em Santa Maria da Feira, todos os cidadãos, comerciantes, associações, empresas merecem ser tratados de igual forma. Por outro lado, após esta grave pandemia, para além do papel do estado central, o papel dos municípios será fundamental no apoio às pessoas e às famílias e nós queremos, de forma inequívoca, e não circunstancial, ter políticas de ajuda, crescimento e fixação de população no nosso território.

Que balanço faz sobre o atual mandato do Executivo camarário?

O balanco é francamente negativo. Foram dados muitos “passos atrás”. Verificou-se uma inação evidente do candidato do PSD. Aliás, a maior prova disso, foi a atuação face à situação pandémica. Tivemos durante a epidemia COVID-19, um Executivo no papel de espectador, que aproveitou a “boleia” das medidas do estado central e não colocou em prática muitas medidas que por nós foram apresentadas, deixando ao abandono, os comerciantes, os empresários, as associações e a população, principalmente a mais carente. Foi mais do mesmo. Nestes últimos quatro anos, assistimos, como “espectadores na primeira fila” a uma encenação com os mesmos atores de sempre. Uma “peça” que nos permitiu ver um concelho estagnado, sem evolução, com as freguesias deitadas ao abandono, uma paralisia gritante. Acresce a tudo isto que o candidato do PSD – Emídio Sousa – tomou a decisão errada ao perdoar à empresa P. Parques meio milhão de euros, sem motivos para tal. Para fim de cena, e de forma gravíssima, que vai ao bolso de todos os concidadãos feirenses, Emídio Sousa é o responsável pela renegociação do contrato com a empresa Indaqua, que gera aumentos constantes ano após ano até 2028 e que lesa todos os feirenses. Pagamos uma das águas mais caras do país e continuamos a afirmar e a provar, dia após dia, que com o Partido Socialista existem alternativas que possam baixar, sem hesitação, o preço da água. Emídio Sousa comporta-se como grande aliado desta empresa e não se coíbe de o afirmar.

(…)

Leia a entrevista na íntegra na edição impressa/digital do Jornal N.