Universidade de Aveiro regressa gradualmente ao trabalho presencial

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Depois de actualizar o Plano de Prevenção e Actuação face à Covid-19.

A Universidade de Aveiro (UA) vai regressar progressivamente ao trabalho presencial, tendo atualizado o Plano de Prevenção e Atuação Face à Covid-19, prevendo o gradual levantamento das medidas de contenção, informou hoje fonte académica.

Entre as medidas estabelecidas na atualização do Plano está a evolução para o teletrabalho parcial, a disponibilização de testes de diagnóstico covid-19 à comunidade académica, assim como de equipamentos de proteção individual, e ainda de máscaras aos visitantes.

“O trabalho em regime presencial será organizado em turnos, através de um sistema de escala rotativo, procurando-se restringir o universo dos trabalhadores em contacto presencial”, explica a Reitoria da Universidade em comunicado.

A eventual troca de turnos “terá de respeitar um tempo mínimo para higienização e ventilação entre utilizações”, sendo que as pessoas consideradas vulneráveis e de risco manterão o regime de teletrabalho.

É também anunciada a reorganização espacial dos locais de trabalho, de ensino, de investigação, e áreas restauração ou bares, para que a sua utilização se restrinja a 50% ou menos da lotação máxima.

“Nos casos em que não seja possível identificar a lotação dos espaços, será adotada a medida de delimitação física de, pelo menos, um metro entre pessoas, assumindo o uso de máscaras”, adianta o comunicado.

Quanto aos locais de atendimento ao público, “serão equipados com barreiras físicas entre os técnicos administrativos e de gestão e o utente” e “as entradas e saídas dos locais terão, sempre que possível, vias de acesso distintas para minimizar o contacto e manter o distanciamento físico”.

Durante o mês de maio será mantido o exercício profissional

em regime de teletrabalho, sempre que as funções o permitam e a atividade letiva será predominantemente a distância, mas haverá a retoma gradual da atividade de investigação e cooperação presencial, condicionada ao cumprimento das medidas de prevenção e mitigação definidas no plano.

São elencadas medidas como a utilização de videoconferência na realização de provas públicas, a proibição de reuniões presenciais com mais de dez pessoas, a proibição de eventos e iniciativas públicas com mais de 10 pessoas, o atendimento ao público preferencialmente através de plataformas tecnológicas, com possibilidade de atendimento presencial por marcação prévia, e o serviço de alimentação assegurado só pela Cantina de Santiago e em regime “takeaway” ao almoço.

Em junho, a Universidade prevê manter algumas dessas medidas e evoluir para teletrabalho parcial, com horários desfasados ou equipas em espelho, avaliação presencial em casos previamente identificados, desde que cumpram as medidas de prevenção, a retoma gradual o do atendimento ao público, garantindo as condições de segurança.

“Mantêm-se as medidas de atuação face a casos suspeitos ou de possível contágio, existindo seis áreas de isolamento devidamente equipadas”, indica.

Uma das medidas é a realização de testes de diagnóstico covid-19 a quem utilize as instalações de forma regular e sempre que o risco o justificar e medição da temperatura voluntária com equipamento disponível em salas de isolamento.

“A UA distribuirá máscaras à comunidade UA e aos visitantes, e viseiras aos elementos que trabalhem em contacto com o público. A entrada nos edifícios só será permitida a pessoas que utilizem máscara e os elevadores serão reservados a pessoas com mobilidade reduzida e a transporte de cargas”, descreve.

Como medidas de prevenção, é anunciado o reforço, quer da higienização dos objetos ou locais de maior contacto quer da ventilação dos espaços, bem como a disponibilidade de meios de desinfeção para a higienização complementar.