Iniciativa Liberal – Desafios para uma política nacional e de proximidade!

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A Iniciativa Liberal, com as eleições do passado dia 06 de outubro, conquistou um lugar na Assembleia da República e com isso Portugal terá uma pela primeira vez uma verdadeira voz Liberal no parlamento. Será sem dúvida a oposição clara e com ideias bem diferenciadoras face ao socialismo e à “Aranhonça”, vulgo Geringonça versão 2.0, que será formada no parlamento.

Portugal precisa, neste momento, de ter a verdadeira voz daqueles que amam a liberdade sem esquecer a verdadeira responsabilidade! Dezenas de milhares de portugueses, como eu, quiseram uma mudança de paradigmas e um rejuvenescimento da nossa democracia.

Com esta eleição novos desafios e novas metas virão a caminho. Desenganem-se aqueles que julgam que os próximos anos, serão iguais aos últimos quatro. Tivemos um tempo em que o socialismo, não soube aproveitar o ambiente económico favorável para preparar a economia e sociedade portuguesa para uma maior competitividade e desafios de uma mundo cada vez mais global, enquanto se distraiu a distribuir benesses para ganhar eleições e fazer populismo, hipotecando ainda mais as gerações futuras (não esquecer que nos últimos 24 anos o PS governou 18 anos e nos levou à bancarrota, que nos custou quatro anos de troika). A realidade concreta é que António Costa e a geringonça de esquerda, não olhou pelo retrovisor e muitas das economias que há vinte anos atrás estavam atrás de Portugal, souberam aproveitar a mudança e hoje o rendimento per capita é bem superior ao português. Curiosamente os que mais cresceram deixaram o socialismo e políticas de esquerda na gaveta e cresceram com políticas liberais. Basta olhar para países como a Irlanda, que esteve com a Troika na altura de Portugal e em vez de optar por uma geringonça apostou nos liberais ou a Estónia que se livrou do Socialismo (país que fazia parte da Ex-URSS), cresceram economicamente, geraram riqueza, mais emprego e competitividade económica e fiscal para atrair investimento.

A altura certa para mudar e agir é agora. Temos de sair da nossa zona de conforto já, contribuindo para a mudança que Portugal precisa, com menos e melhor Estado, com mais qualidade de vida e oportunidades para os seus cidadãos. Todos temos o dever de intervir e participar.