Conceção de um Abril refletido

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Cumprem-se quarenta e cinco anos da Revolta de Abril. As espingardas que outrora haviam sido cúmplices de um Portugal caquético, acabariam por ser empolgadas pelos capitães e por demais portadores da liberdade, aos quais um cravo foi entregue, obstruindo disparos, encarnando tenacidade. As vozes de homens e mulheres aglutinaram-se nas ruas, capazes de fazer ecoar a ânsia e sobreporem-se a zumbidos, acovardados. Até as crianças, contagiadas pelo ardor paternal, puderam bramir as suas canduras saltadas num país onde, por instantes, se pudera deixar de falar de olhos infletidos. Assim aconteceu em 1974, a 25 de Abril.

 

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