AMP justifica-se, mas não convence

O secretariado do executivo metropolitano foi ouvido em sede de Assembleia Municipal para explicar as razões do mau funcionamento da rede UNIR. Apesar das explicações, os eleitos do concelho não ficaram convencidos e o presidente do Câmara Municipal estabeleceu prazos à Área Metropolitana do Porto para a resolução definitiva dos problemas.

 

A última Assembleia Municipal, realizada no passado dia 16 no Europarque, era aguardada com alguma expectativa pelo facto de ali se realizar uma audição ao secretariado do executivo metropolitano. Ariana Pinho, técnica da Área Metropolitana do Porto (AMP), foi quem usou da palavra para justificar as falhas sistemáticas na rede de transportes UNIR no concelho. Iniciando a sua intervenção com um pedido de desculpas pela situação dos transportes em Santa Maria da Feira, Ariana Pinho fez depois uma resenha cronológica daquilo que foi a criação, iniciada em 2017, do processo UNIR. Escudando-se nos condicionamentos legais causados por várias impugnações ao projecto, pelos escassos recursos humanos, pelo facto de a empresa concessionária não ter ainda uma estrutura em Portugal e pela falta de bilhética, a técnica admitiu que “isto não correu nada bem” e que houve uma “subvalorização dos transportes escolares”. Ariana Pinho deu ainda nota de que o contracto prevê uma variação de aumento de rede de 10% pelo prazo de sete anos e que, neste momento, o lote onde Santa Maria da Feira está inserida já leva um aumento de 9%.

 

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