Na Viagem Medieval, a encerrar o dia, anéis de luz preenchem a noite e a Praça da Câmara. Dois cuspidores de fogo lançam no ar esferas brilhantes que iluminam o rosto da multidão hipnotizada, sobretudo os mais pequenos que abrem os olhos num misto de medo e espanto. Diferente da vida que transcorre lentamente, o fogo é rápido, ágil, transforma-se com presteza sendo, talvez, uma alegoria das transformações que ocorrem na existência humana.
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