Assembleia de Freguesia de Esmoriz marcada por críticas à limpeza urbana, atrasos no Esmoriztur e tensão em torno da cedência de espaço aos Amigos de Esmoriz

A Assembleia de Freguesia de Esmoriz voltou a ser marcada por um debate intenso, com várias intervenções centradas na limpeza urbana, no estado de abandono de alguns espaços públicos, nos atrasos de obras estruturantes e na falta de respostas concretas por parte do Executivo. A sessão, realizada no auditório da Junta de Freguesia de Esmoriz, ficou ainda marcada por momentos de tensão política, sobretudo em torno do regimento, do comportamento dos eleitos nas sessões anteriores e do processo de cedência de espaço à Associação Amigos de Esmoriz.

Logo no início dos trabalhos, antes da ordem do dia, o cidadão Luís Miguel Paredes de Oliveira dirigiu-se à Assembleia para manifestar “profunda indignação e preocupação” relativamente ao ambiente vivido nas últimas sessões, em particular na Assembleia de 29 de abril. Sem individualizar responsabilidades, considerou inadmissível a falta de respeito entre órgãos e membros da Assembleia, apelando ao cumprimento do regimento e a uma postura de maior elevação democrática.

Na sua intervenção, Luís Miguel Paredes recordou que as sessões são gravadas e questionou se, após cada reunião, os membros da Assembleia revêm as suas próprias intervenções e comportamentos. Defendeu que esse exercício de autoavaliação poderia contribuir para uma postura mais ponderada e construtiva nas sessões seguintes.

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