Nuno Almeida fala ao pormenor sobre Anta e Guetim

Nuno Almeida, presidente da Junta da União de Freguesias de Anta e Guetim, partiu em 2021 para o seu último mandato à frente daquela que considera a sua terra. Na entrevista ao Jornal N falou de assuntos como a habitação, USFA e a LAV. Atrair empresas e jovens e manter a tradição do violino, são algumas das ambições que tem para a freguesia.

 

No seu programa eleitoral, um dos objectivos era reforçar soluções na habitação a preços acessíveis e fixar jovens na freguesia. Há algum projecto para Anta e Guetim nesse sentido?

Identificamos a necessidade de aumentar demograficamente a freguesia, pois ao longo do tempo foi-se perdendo a capacidade de fixar jovens. Isto teria de ser alicerçado com a Câmara Municipal de Espinho, mas nunca houve uma visão e um planeamento estratégico de habitação, nomeadamente para a freguesia de Anta e Guetim. Por outro lado, foram feitos planos e criadas ARU’s (Áreas de Reabilitação Urbana) para a reabilitação do centro de Espinho. Espinho é considerado pelos investidores como o El Dorado, mas não houve a capacidade de olhar para a freguesia de Anta de forma a criarem-se zonas de expansão de construção para ajudar a fixar os jovens. Considero que é uma falha do Município não potenciar essas zonas no Plano Director Municipal (PDM), para que possam ser suficientemente atractivas para os investidores. Existe a legislação do 1º Direito, que promove o investimento na área da construção, mas a Junta de Freguesia não tem capacidade para construir. Podemos dar ideias, mas não temos poder económico e político para avançar.

 

Leia a entrevista completa na nossa edição impressa.

 

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