Sérgio Leal tem 38 anos e, em Setembro de 2023, regressou ao concelho de Espinho, onde já tinha estado há 10 anos. À frente das paróquias de Anta e Guetim ambiciona estabilidade para poder criar e desenvolver projectos junto das comunidades antense e guetinense. Complementa a função de pároco com a de professor das disciplinas de Teologia Pastoral Fundamental e o Ministério Pastoral e Missão, que lecciona na Faculdade de Teologia da Universidade Católica do Porto. O Jornal N esteve à conversa com o sacerdote e ficou a saber mais acerca da sua vocação e do seu percurso antes e depois da sua ordenação, há quase 12 anos.
“Em jeito de brincadeira, costumo dizer que nasci a dizer que queria ser padre.”
Quando sentiu que este era o seu chamado?
Em jeito de brincadeira, costumo dizer que nasci a dizer que queria ser padre. Desde miúdo, quando me faziam aquela celebre pergunta sobre o que queria ser quando fosse grande, a resposta era sempre que queria ser padre. A resposta pronta nasceu do contexto familiar em que nasci, do envolvimento paroquial na minha infância e da figura do pároco da minha infância, já com alguma idade, e que tinha casado os meus avós. Era uma figura muito marcante na paróquia pela proximidade que estabelecia com as pessoas. Lembro-me de uma visita que fez à minha avó quando ela estava doente. Esse gesto e a sua atenção ficaram marcados na minha memória. Ao longo do tempo esta vocação infantil foi sendo aprofundada pelas várias experiências e pessoas que foram aparecendo na minha vida e afirmando a minha vocação. A minha professora primária foi importante no processo de discernimento, nos vários seminários por onde passei.
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